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Notícias e atualizações

Observação: Nosso volume de atualizações pode vir a ser maior aos finais de semana.

Na intimidade de Joss Stone

Postado em 18 de fevereiro de 2010 por Nayara MOA

Nesta entrevista exclusiva ela fala sobre o novo disco ‘Colour Me Free’, conta que era péssima na escola e por isso se tornou cantora, fala sobre como lida com o sucesso e muito mais.

multishow.com.br


Entrevista Daily Mail (21/01/10): Joss Stone fala sobre sua (aparente) saída da EMI e muito mais.

Postado em 25 de janeiro de 2010 por Nayara MOA

Para alguém que acabou de perder alguns milhões de libras, Joss Stone tem um grande sorriso no seu rosto. A cantora de 22 anos de idade finalmente resolveu sua briga com a EMI, gravadora com quem ela assinou um contrato de 7,5 milhões de libras há três anos. Abençoada com uma grande voz estilo Janis Joplin, a menina de Devon que costuma subir aos palcos descalça, foi descoberta em um show de talentos quando tinha 14 anos.
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“Basicamente, parecia que eu era alguém de outro mundo,” ela ri. ‘Uma garota com uma grande voz de gente grande.’ Quando tinha 17 anos ela teve suas primeiras nominações para o Grammy, após o lançamento de dois álbuns de multi-platina, The Soul Sessions e Mind, Body & Soul. Seu terceiro álbum, Introducing Joss Stone, foi outro grande hit, e com 19 anos, ela era a mulher mais jovem a aparecer na lista dos Mais Ricos da Sunday Times.

O que nos traz de volta ao motivo daquele grande sorriso de que falei. Ela ri: “OK. Queria acabar com meu contrato com a EMI. Eles queriam que eu gravasse um tipo de álbum; e eu queria gravar o tipo de música que eu queria fazer. Assinei com uma gravadora que acabou sendo tomada por homens de negócios e eu estava sempre em reuniões com pessoas que queriam me transformar em um produto controlando como, quando e o que eu deveria gravar.”

“Eu queria sair da gravadora, só sair. Inicialmente envolvi meus advogados e a coisa ficou feia e não deu em nada. E esse ano tratei das coisas sozinha. Para mim, a música tem a ver com liberdade, isso é a coisa mais importante na minha vida. Mais importante do que dinheiro, tudo. É a minha vida, eu estava satisfeita em entregar tudo que tinha, minha casa, minhas roupas, qualquer coisa só para conseguir minha liberdade. Eu não me importava. Eu não me importo. Nunca fui motivada pelo dinheiro e eu sei que posso conseguir esse dinheiro de volta então queria minha liberdade.”

Agora ela está feliz: “Nós já nos entendemos. Eles não querem que eu dê detalhes, tive que assinar um contrato dizendo que não poderia falar nada. Eu nunca faria isso se dependesse de mim, porque seria como se eu estivesse com vergonha disso. Mas não me importo. Finalmente tudo chegou ao fim. Eu estou feliz e eles também. Agora o que importa é o futuro e minha música. É ótimo!”.

Não me importa perder milhões de libras.

“É só dinheiro. E vivi o bastante nesse mundo para saber o que é importante e o que não é. A indústria musical mudou muito. Agora tudo gira em torno de produtos e negócios. Eu estava conversando com o Roger Daltrey outro dia e ele me disse que sentia muito pela minha geração de músicos. Ele disse: ‘Quando eu tinha sua idade tudo que fazíamos era subir no palco e cantar; agora todos vocês têm que passar horas em reuniões. Isso não é música.’

E é verdade – isso é sobre dinheiro. Eu não me importo com dinheiro. Se eu tiver só um pouco para conseguir me sustentar tudo ótimo. Não preciso de um jatinho para provar que eu posso cantar.”

O X-Factor não é um programa de música.

“É um show de entretenimento; não tem nada a ver com música. Eu fui até lá na ultima temporada e fiquei horrorizada. Eles dizem à esses pobres jovens como cantar, como se vestir e como se portar no palco. Depois eles vão até lá em frente de milhões de pessoas e o Simon Cowell diz que ele não está “sentido nada” e que estão usando a roupa errada. Não é sobre cantar, então como esperam sentir algo?

E naquele dia os críticos diziam que a Rachel (Adedeji) teria tido uma chance melhor se ela estivesse vestido algo diferente. Quero dizer, pelo amor de Deus!”

Mick Jagger sempre puxa minha orelha por causa do meu hábito de fumar.

“Eu conheço ele e toda banda há anos e amo todos eles. Mick sempre me fala para tomar mel e comprar umidificadores para minha voz. Eu sigo seus conselhos, ai ele me vê fumando e me dá um sermão. Eu tento parar, de verdade, mas é muito difícil.”

Eu fiz meu novo álbum, Colour Me Free, em uma semana com meu próprio dinheiro.

“A EMI não queria que eu fizesse o álbum, eles não pagaram por ele; e eles não o promoveram. Eu fiz tudo sozinha. Eu consegui trazer uns amigos meus, o Jeff Beck e a Sheila E, até Devon para trabalharem comigo, e foi ótimo.”

Você tem que aprender a escolher suas batalhas.

“Eu fiz toda arte do álbum, que é uma foto minha numa gaiola. Minha gravadora achou aquilo ofensivo. No meu ultimo álbum eu estava sem roupa e pra eles estava tudo bem, mas me ver exprimida numa gaiola era aparentemente ofensivo para o público. Eu fui até uma loja de CDs nos EUA e peguei uma cópia do CD e a capa tinha sido mudada e no lugar colocaram só o meu nome e o nome do álbum. Isso é o negócio que me meti – tem muita coisa que você deve lidar.”

Muitas pessoas nesse país me odeiam.

“Parece que eu irrito as pessoas. Estou sempre nas listas das mal vestidas parece que deixo muita gente com raiva. Quando apareci do Brit Awards três anos atrás, houve um alvoroço em torno do meu sotaque porque as pessoas diziam que eu estava com sotaque Americano. Sou do tipo de pessoa que lida com esses conflitos de cabeça erguida, mas minha gravadora cancelou todas as minhas entrevistas e aparições na TV na Inglaterra por causa da confusão. Ainda não entendo a razão daquilo tudo.”

Comprei a casa dos meus pais porque não suportava ver outras pessoas vivendo nela.

“Minha mãe mudou para outra casa perto dali (meus pais se divorciaram há dois anos) e meu pai se mudou para outro lugar mais longe e eles iriam vender a casa que nós morávamos. Fiquei desesperada então eu a comprei.”

Não tenho televisão em casa.

Eu nunca assisto TV. Eu pinto, eu faço coisas, eu componho músicas. Tenho um projetor onde eu assisto filmes.

Eu nunca gostei de luxo, e eu odeio o tapete vermelho.

Eu nunca me deixei seduzir por dinheiro ou fama. Ter de arrumar meu cabelo é um saco e eu odeio que me digam o que usar e prefiro sair por aí sem maquiagem e com qualquer coisa que sinta vontade de usar.

Downloads gratuitos é uma coisa boa.

 Se você pode ter música de graça, vá em frente. Isso faz com que os cantores façam show para que possam ganhar dinheiro, e isso é bom. Sei que muitos artistas odeiam isso, mas essa é a situação e você tem que lidar com ela. Você não pode forçar as pessoas a comprarem algo podem conseguir de graça.

Não tenho muita classe.

Não tenho nada de extravagante. Dirijo uma van. Não viajo para passar férias por que posso viajar o mundo todo com minha música. Esse ano vou para a ilha de Richard Branson, a Ilha Necker, para fazer um show e vou tirar alguns dias de folga. Eu tenho muita sorte. Tenho uma vida bem legal.

Quando cantei com James Brown não entendi nenhuma palavra que ele me falava.

 Ele sentou comigo e estava me falando coisas que eu achava que era brincadeira, mas nunca tive idéia do que ele estava falando. Eu sorria e dizia: ‘Senhor Brown, eu não entendo o que o senhor está falando’, e ele se acabava de rir e continuava falando.

Definitivamente prefiro homens mais velhos.

 Eu já sai com caras mais novos e caras com seus quarenta anos e acho que eles me entendem melhor. No momento estou solteira, porque não acho que seja legal estar num relacionamento quando você não fica no mesmo lugar nem por duas semanas. Estou ficando, mas não é nada sério. Tudo isso tem que esperar.

http://www.dailymail.co.uk/home/moslive/article-1244732/JOSS-STONE-A-lot-people-Britain-hate-me.html


Joss na revista brasileira GLOSS deste mês

Postado em 10 de janeiro de 2010 por Jaque BAM

Está imperdível a entrevista que Joss concedeu à revista GLOSS. Super sincera, ela esclareceu muitos assuntos que a mídia marrom não cansa de cogitar como namoro, drogas, fama, Lily Allen, etc.
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Para ler a entrevista completa clique aqui*

*Link de um tópico do Orkut com a matéria transcrita pela membro @decooy da comunidade Joss Stone Brasil.


Pacote de Entrevistas: as principais entrevistas onde Joss fala sobre o novo álbum e o famoso desentendimento com sua gravadora

Postado em 22 de dezembro de 2009 por Jaque BAM

É quase padrão um cantor dar mais entrevistas após lançar um novo trabalho. E isso também acontece com Joss Stone. Joss deu diversas entrevistas falando sobre o mais recente álbum Colour Me Free. Muitas dessas entrevistas sairam quase no mesmo momento e nós aqui do site, como eu já disse antes, temos uma vida corrida e por esta razão que hoje estou fazendo esta postagem com a junção das entrevistas que não tínhamos colocado. Confira nos links à seguir:

- Yorkshire Evening Post - 24/10/2009

- NZ Herald News – Uma rápida palavra com Joss Stone – 05/11/2009

- Digital Spy – 06/11/2009

- Metro.co.uk – Joss Stone fala sobre ser verdadeira a si mesma – 13/11/2009

- State Magazine - 22/11/2009

- The Independent – ‘Acho que algumas pessoas são genuinamente personagens asquerosos’ - 04/12/2009
Para mais entrevistas: http://www.jossstone.com.br/entrevistas/


A cantora Joss Stone retorna com o seu melhor trabalho

Postado em 19 de dezembro de 2009 por Nayara MOA

Por Christopher Toh (17/12/2009)

Esse tem sido um grande ano para a cantora Britânica de 22 anos, Joss Stone, mais conhecida pelo seu estilo livre e tranqüilo, aparentemente perdeu essa tranqüilidade no começo desse ano quando sua gravadora EMI adiou o lançamento do seu álbum, Colour Me Free.

E quando ele foi finalmente lançado, a capa original do álbum – que mostrava Joss toda espremida dentro de uma caixa – foi trocada pela gravadora em alguns países pois aquela imagem era considerada “ofensiva” a nova capa tinha só o nome de Joss e do álbum.

Chegou num ponto em que para promover seu álbum, que foi gravado no ano passado, Joss decidiu fazer pequenos shows para apresentar suas novas músicas.

Alguns diziam que tudo isso era parte de sua briga com a EMI, que no começo desse ano se recusou a livrá-la de seu contrato com eles, mesmo quando ela concordou em abrir mão do dinheiro que eles tinham dado a ela. E aparentemente, o título do álbum reflete essa briga.

Se é ou não o caso, uma coisa é certa: com o Colour Me Free, Joss Stone mostrou mais uma vez porque vem sendo aclamada pelos críticos como a nova promessa do soul Britânico, a sucessora de Dusty Springfield.

Também dizem que Colour Me Free, que tem participações especiais de artistas como Jeff Beck e Nas, é o seu melhor trabalho até agora. Com o álbum finalmente nas lojas, Joss está ansiosa para voltar a fazer o que faz de melhor: fazer música para seu público.

Qual o significado do título do álbum?

Ele iria se chamar “Free?” (”Livre?”) com ponto de interrogação, e depois pensei que talvez as pessoas não fossem entender. Pode ser interpretado de várias formas se você coloca só uma palavra, é melhor evitar fazer desse jeito.

Então a razão desse titulo, “Colour Me Free” (numa tradução livre “Me colora livremente”), é a capacidade de se tornar livre através da arte. Isso é o que sou como pessoa também – livre e feliz. E eu faço isso através das cores e de sons, da beleza, na vida e luz.

Como foi o processo de gravação?

Foi muito rápido! Eu estava em Devon, compondo com Jonathan Shorten e Connor Reeves, os dois produtores e compositores do álbum, e acho que eles são uma inspiração.

Então acordei um dia e disse “Vamos fazer um álbum”, e no dia seguinte minha banda chegou e improvisamos esse pequeno estúdio e alugamos os equipamentos e terminamos o álbum em uma semana. Essa foi a parte principal.

É muito cru, real e ao vivo e foi escrito e gravado no mesmo momento.

Então você construiu um estúdio em casa?

O estúdio tinha basicamente um microfone, um computador e alguns alto falantes. E eu disse:

“Bem, nós podemos fazer um álbum aqui.” Mas não acho que as pessoas acharam que eu estava falando sério até o terceiro dia de gravação. Acho que eles pensavam que estávamos só gravando demos e compondo.

Os produtores, Jonathan e Connor, estavam na cozinha da minha mãe, e eles me olharam e disseram: ” Joss, não podemos fazer isso, é impossível. Não temos equipamentos, blah blah blah.” E eu respondi: “Tudo é possível. Não sejam bobos!”

E aconteceu, acho que a qualidade do álbum está boa! Você não precisa de um grande estúdio e milhões de dólares! Você só precisa de música… e microfones!

Falando do processo de criação, qual a diferença do Colour Me Free para o Introducing Joss Stone?

Introducing era minha obsessão por muito tempo. Porque eu não tinha controle absoluto antes… e naquela época eu pude escolher o produtor e compor todas as músicas. Não sei se isso foi algo bom ou ruim, mas eu gostei muito de ter feito.

Nesse álbum, eu só queria cantar com minha banda como nos shows, eu adoro cantar ao vivo. Nós fazemos música e criamos coisas o tempo todo e eu pensei “Porque não fazemos isso?” Não teve uma organização durante o processo, nós só tocamos e cantamos.

O que você faz quando não está fazendo música?

Quando não estou fazendo música, eu pinto, cozinho, limpo e faço pias. Eu fiz uma pia para o banheiro da minha mãe um dia desses, essa era uma grande missão e eu consegui completar. É muito legal, gosto de colocar a mão na massa as vezes, gosto de fazer decoração é muito divertido.

Qual é a melhor parte em ser a Joss Stone?

Eu posso fazer música com grandes músicos, conheci pessoas que sempre me inspiraram, é maravilhoso. Eu não toco nada e não posso fazer música sozinha. Se eu não tivesse esse trabalho, se não tivesse a vida que tenho, não seria possível fazer tudo isso.

Não poderia pagar por isso. A não ser que eu pudesse formar uma banda na escola ou algo do tipo, e mesmo assim não seria o mesmo! Não poderia tocar com o Jeff Beck, por exemplo.

Eu tenho muita sorte. Não sei, mas eu abriria mão de tudo para fazer a música que faço, e foi o que eu fiz e faria de novo.

E tem algo de ruim?

Há desafios na vida para todo mundo, não importa qual seja seu emprego. Mas acho que o desafio especifico para o que eu faço é continuar forte o suficiente na sua personalidade e espírito, lidar com um país, uma nação inteira te odiando. É algo estranho de lidar.

Mas se você está fazendo algo que milhões de pessoas no mundo gostam então você pode também fazer algo que é detestado por outras milhões de pessoas (risos).

Então você só deve ser muito, muito cuidadosa, e é o que eu não sou. Não quero pisar em cascas de ovo, então isso é um desafio.

fonte: http://www.channelnewsasia.com/


Assista a trechos inéditos da entrevista da Joss para o Video Show

Postado em 10 de dezembro de 2009 por Nayara MOA

A inglesa Joss Stone fez dois supershows no Brasil no fim de novembro – no Rio de Janeiro e em São Paulo. Ana Furtado teve uma longa e exclusiva conversa com a cantora. O programa exibiu os melhores momentos da entrevista, e o que não foi ao ar, você confere aqui no site.

A cantora de 22 anos disse, por exemplo, não se sentir tão jovem. “Sinto que estou nessa carreira há muito tempo. Canto desde os 14 anos. Essa é a minha vida, eu vivo assim”, disse a inglesa, que completou: “Para mim, música é beleza. Amo a música como a água, como o ar. É uma necessidade, não me imagino sem ela”.

Sobre os fãs brasileiros, Joss foi enfática: “Eles são loucos, se jogam! Se eu tivesse que ficar dois anos sem cantar e tivesse que escolher um país para voltar, escolheria o Brasil”.

Clique aqui e assista ao video no site da globo:


Entrevista iG(21/11/09)

Postado em 08 de dezembro de 2009 por Nayara MOA

No Brasil com sua turnê, Joss Stone conta que ainda não encontrou ‘o cara’. “Mas espero achá-lo!”

Ela tem apenas 22 anos e tenta cultivar os hábitos simples das garotas da sua idade. Uma tarefa cada vez mais difícil. Quando Joss Stone sobe ao palco e solta a voz, ela deixa os atributos de menina de lado e assume o seu posto de revelação da soul music, indicada a quatro Grammy Awards.

É sob esses predicados que a cantora inglesa chega ao Brasil para badalar “Colour me Free!”, álbum que alcança – ao lado dos três anteriores (“The Soul Sessions”, “Mind, Body & Soul” e “Introducing Joss Stone”) – a marca de mais de 7,5 milhões de cópias vendidos no mundo, em uma série de três shows.

Joss, nascida Joscelyn Eve Stoker no dia 11 de abril de 1987 em Dover, Kent, chegou ao Rio de Janeiro na noite de quinta-feira (19). Sua ideia era conhecer alguns pontos turísticos da cidade antes da primeira apresentação, sábado (21), no HSBC Arena. A agenda lotada de compromissos, no entanto, só permitiu que a loirinha colocasse os pés nas areias cariocas. “Nem pude testar se a água estava gelada”, ri de si mesma.

Os pés, aliás, são a grande “preocupação” da cantora, cuja única exigência para a temporada brasileira foi um massageador elétrico (foot spa), pedra-pomes e quatro toalhas grandes para enxugar os dedos. Excentricidade? Que nada! Joss Stone prefere cantar sem sapatos em cima de seus tapetes persas para evitar qualquer eventualidade. “Sou meio desastrada”, gosta de explicar. Para o camarim: velas, incenso e chá de hortelã com pimenta e mel.

Em entrevista telefônica para o iG, Joss Stone falou sobre carreira, desejos e inspirações. Suas frases, na maior parte das vezes, são pontuadas por risinhos simpáticos ou pedidos de desculpa, quando não sabe bem o que responder “Não conheço a música brasileira, você me perdoa?”.

O tom muda, no entanto, quando fala de amor, tônica que inspira as suas composições. Torna-se reflexiva e fala baixinho. E ganha ares ríspidos, de desafio, quando afirma que não pode ajudar as pessoas como deveria ou gostaria. “Não sou a Madre Tereza de Calcutá”. A versatilidade de Joss Stone em “Colour me Free!” poderá ser apreciada não só por cariocas, mas também pelo público de São Paulo e Curitiba.

iG: Está feliz de voltar ao Rio? Conseguiu dar uma volta pela cidade?

Joss Stone: É maravilhoso voltar para uma cidade tão bonita como o Rio. Estou muito feliz de estar aqui. Pena que não tive tempo para dar uma volta. Só passei pela praia, onde fiquei por apenas dois minutos. Não deu tempo nem de colocar os meus pés na água, mas tomei água de coco. Foi refrescante!

iG: Qual a sua expectativa para os shows em solo brasileiro? Preparou alguma surpresa?

JS: Na verdade, eu entro no palco sem expectativa alguma. Fico torcendo para que o público realmente goste do show, curta a apresentação, interaja. Ninguém sabe qual o potencial de um show ou pode prever o sentimento que vai surgir daquele momento. Vamos ser livres e deixar ser o que tiver que ser.

iG: Você é conhecida por cantar descalço. Existe alguma outra preparação ou hábito que você tenha para a hora da performance?

JS: Não faço nada de extraordinário. Apenas bebo uma xícara de chá e preparo a minha maquiagem para não fazer feio na hora. Para uma garota como eu e você estar maquiada também é importante, afinal, a gente gosta de estar sempre bonita (risos).

iG: E como você se sente momentos antes de entrar no palco?

JS: Eu fico absolutamente nervosa. É sempre assim e acho que sempre será, porque essa sensação de ansiedade me motiva. O dia que ela faltar, algo estará me dizendo que não era para estar ali.

iG: Você batalhou muito para o lançamento desse novo CD e, por isso, as pessoas acreditam que você é alguém que gosta de desafios. Qual o maior deles até aqui?

JS: O meu maior desafio é estar em uma empresa e fazer com que todos se sintam felizes. Fazer as pessoas felizes é um enorme desafio, com certeza.

iG: O que a Joscelyn Stoker gosta de fazer, quando não está nos palcos sendo a Joss Stone?

JS: Eu gosto de dormir! Ah! E também de assistir a partidas de futebol do Liverpool. Nunca tentei jogar futebol, mas não deixo de acompanhar o time pela TV. Sou fã. A família do meu pai é dessa região e por causa dele torço para o time. Não sei muito sobre a Seleção Brasileira, mas sei o suficiente: vocês são bons e de vez em quando vencem os nossos jogadores ingleses, não é? Isso me irrita! (risos). Se eu ganhasse uma camisa da Seleção Brasileira seria muito legal. Quem sabe não dava até uma torcidinha? (risos).

iG: O que move você?

JS: A vida, a expressão das emoções mais profundas, quando as pessoas são honestas e realmente amam umas às outras. Todo mundo fala de amor, mas nem todo mundo vive a verdade do amor. Eu amo e amo muito: minha família, meus fãs, minhas músicas, a minha carreira. Se você não estiver cheia de amor em suas intenções é melhor nem começar a realizá-las.

iG: Você gosta mesmo de cantar o amor. Qual o significado dessa palavra para você?

JS: Amor é algo inquebrável e incondicional em todos os seus sentidos. Existem pessoas que eu amo de verdade. Amor não tem que ser uma coisa sexual, entende? Se um amor quebra, você sabe exatamente que não foi amor.

iG: E você tem amado alguém ultimamente? Qual o seu ideal de companhia romântica?

JS: Não, não estou amando ninguém. O homem não precisa ter coisas específicas, só precisa ser o cara. E eu ainda não o encontrei, mas espero achá-lo!

iG: De onde vem, então, a inspiração para tantas letras românticas?

JS: A minha inspiração vem da vida diária. Às vezes posso sair pela porta e ver alguma coisa interessante que me desperte a escrever uma canção. Essa pergunta é difícil, porque não existe uma coisa em particular que me inspire. Se eu elegesse um tema único, isso seria uma grande mentira. Há vida e paixão em tudo! Existe inspiração em coisas como amor, ódio, inveja, lágrimas, choro, qualquer coisa. Você tem que estar atenta ao mundo ao seu redor, às conversas entre as pessoas, à troca.

iG: Você tem usado a sua imagem para ajudar a causas sociais, como o Projeto Amigos, na África. Sempre foi assim?

JS: Seria bom se com a minha voz, a minha música e a minha carreira eu pudesse ajudar outras pessoas a ter uma vida melhor, mais digna. É isso que faço no projeto, que conheço pessoalmente. A ideia é capacitar meninas órfãs para que elas sejam provedoras de conhecimento no lugar de onde vieram. Não lembro quando acordei para a importância de ajudar as pessoas. Comecei a trabalhar muito cedo, não pude fazer grandes ações. Não sou a Madre Tereza de Calcutá.

iG: O final do ano está chegando… Qual o seu desejo de Natal?

JS: Sabe que eu ainda não pensei nisso? Mas o meu desejo é que todo mundo fique bem, que haja unidade. Não havia nem pensado em um presente que gostaria de receber. Mas se é para escolher, opto por chocolate! Sou louca por eles. Um presente simples de se dar. A vida pode ser simples.

fonte: ig.com.br


Joss fala sobre seu novo álbum, esclarece alguns boatos e conta sobre a proposta que recebeu da revista Playboy.

Postado em 08 de dezembro de 2009 por Nayara MOA

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Radiohead, Trent Reznor do Nine Inch Nails e Dizzee Rascal conseguiram com êxito emplacar seus álbuns independentes nas paradas de sucesso. Mas o álbum independente de Joss Stone não está funcionando como planejado.

“Fiz uma pia para o banheiro do bar da minha mãe”, a cantora de Devon fala do Mama Stone’s, o bar/estúdio/academia de música que sua mãe, Wendy Joseph abriu em Exeter. “Fiz com pedaços de telhas – tinha um monte que sobrou da reforma do telhado da minha casa. É demais e não está mais vazando água mas minha mãe diz que o azulejo está rachando. Não acredito!” a garota de 22 anos reclama. Mas ela insiste “Não fui eu que coloquei o azulejo! Meu amigo insistiu em usá-lo e me minha mãe queria usar outra coisa… e agora tudo está bagunçado!”.

Sua carreira também, Stone tentou fazer como seus colegas do Radiohead, Reznor e Rascal. Numa manhã ela acordou em Devon na casa que tinha comprado de sua mãe há pouco tempo, e ela disse: “‘Eu quero fazer um álbum’, e foi o que fiz.” ela relembra.

Foi exatamente um ano depois de sua polêmica aparição no Brit Awards, quando estava na fase do cabelo pink e sotaque meio americanizado. “Não me arrependo de nada, não fiz nada de errado, meu sotaque estava um pouco diferente e você quer saber? Isso pode acontecer de novo então aceite isso!” – Stone estava determinada a reiniciar sua carreira.

Depois de assinar contrato na América quando tinha 14 anos, o seu álbum de estréia, The Soul Sessions, a transformou numa estrela internacional quando tinha apenas 16 anos, a adolescente branca de classe média de Devon com uma voz de diva do Soul cantou para os ex-presidentes americanos George Bush (duas vezes) e Bill Clinton e já dividiu o palco com Stevie Wonder e Gladys Knight. Mas em 2007, seu terceiro álbum Introducing Joss Stone, não recebeu boas críticas e não foi bem sucedido. No seu quarto álbum ela fez diferente, numa manhã de 2008 acordou com vontade de começar a gravá-lo e foi o que fez.

Infelizmente, o lançamento do álbum Colour Me Free foi adiado por 20 meses e há pouco tempo foi lançado inesperadamente e sem nenhuma promoção. “Fiquei sabendo que o álbum seria lançado um mês antes, isso é um absurdo!” Enquanto a EMI/Virgin é a gravadora por trás de Stone, houve pouca promoção e marketing nesse álbum diferentemente dos últimos trabalhos dessa cantora super talentosa que já era uma grande estrela em todo mundo antes mesmo de completar 18 anos.

“Acho que sei que não nasci para ter muito muito sucesso” diz ela com aquele jeitinho feliz de menina. “Se eu quisesse vender milhões de álbuns, como acontecia comigo antes, eu ficaria feliz em assinar contrato com uma gravadora maior, cantar as musicas que eles mandassem e ter um grande empresário, ficaria feliz de não saber nada. Mas não sou feliz assim, então prefiro vender alguns álbuns e fazer shows. Nunca ganhei dinheiro vendendo álbuns mesmo.”

Não é que ela tenha escolhido sabotar sua própria carreira, mas Stone quis fazer tudo do seu jeito e ela já tinha experiência fazendo o Introducing Joss Stone sozinha, ela disse que mandou e-mails para sua gravadora, parentes e amigos pedindo para que não a perturbassem enquanto estava fora produzindo seu álbum.

Mas apesar da participação de Lauryn Hill e talvez devido a contribuição de Vinnie Jones, o Introducing Joss Stone não foi tão bem sucedido comparando com seus outros dois álbuns, suas vendas não foram incentivadas pela sua gravadora que cancelou toda promoção na Inglaterra devido ao episódio do Brit Awards. “Aquilo acabou com o álbum na Inglaterra, e comigo também.” Diz Stone.

Falando nisso: é verdade o que os tablóides britânicos falaram no ano passado, que você esmurrou seu irmão Daniel no batizado do bebê dele depois que você apareceu uma hora atrasada? Isso não pega bem para uma madrinha. “Não!” e ela da uma risada alta. “Eu não esmurrei meu irmão na Igreja! Isso aconteceu horas depois do batizado. Minha família briga, não é sempre, mas temos algumas briguinhas de vez em quando.” Ela continua: “Depois de nove horas de bebedeira meu irmão me pegou e me colocou de cabeça pra baixo, ele me carregava aqui” – ela aponta para o ombro – “ele estava tentando me matar! Então eu dei um murro nele,” ela explica rindo.

Mas, voltando a falar daquele Fevereiro de 2008, os planos de Stone de fazer um álbum naquele dia foram interrompidos por alguns problemas, ela não tinha nenhuma música, nem banda e nem estúdio de gravação.

Mas havia algo que se assemelhava a um estúdio no Mama Stones, mesmo estando ainda em construção. Uma de suas amigas ligou para uma empresa de Londres, que alugava esses tipos de equipamentos necessários para gravar músicas e eles conseguiram entregá-los em Devon mais tarde naquele mesmo dia. A banda dela chegou na manhã seguinte e os compositores já estavam há algum tempo trabalhando com Stone.

Mas mesmo assim, a reação daqueles mais próximos de Joss foi parecida com a reação dos ingleses após sua aparição no Brit Awards. Ela lembra que alguns disseram: “Joss está doida, ela vai fazer um monte de lixo e teremos que ajudá-la e nosso nome não ficará bem. Vai ser horrível”.

Mas Stone continuou com a idéia e em sete dias, ela tinha gravado 12 músicas. O que a EMI disse quando ela contou a eles que tinha gravado seu quarto álbum? “Eu não contei nada pra eles.” Ela diz.

Por um momento a cantora perde a expressão de felicidade do rosto, que costuma sempre ter, e diz: “É ai que me sinto mal, é o seguinte, é minha culpa. Quando se tem um contrato você deve pedir permissão e ter aprovação em cada coisa que você for fazer no álbum: os produtores com quem você vai trabalhar, as músicas que você vai cantar, a arte, o estúdio que você vai gravar… mas eu não percebi isso.”

Talvez porque – os seus outros empresários custaram milhões de libras pra Stone, e depois ela decidiu que não era uma boa idéia ter sua mãe tomando conta de sua carreira – ela estava sendo sua própria empresária na época? “Sim!” Ela ri. “Acho que sim, meus advogados me disseram que não teria problema nenhum se o álbum tivesse pelo menos 45 minutos e que fosse de boa qualidade, então estava tudo bem. Mas, você sabe, foi um erro feio mas já está feito.” ela diz sorrindo, “E assim é a vida”.

Mas mesmo assim, sua gravadora não ficou feliz? Era de se esperar que sim porque fazendo tudo sozinha, Stone gastou com a produção de todo álbum não mais do que 100 mil libras, o outro como ela diz: “custou milhões!”.

Mas não, sua gravadora não ficou nada feliz. Eles mandaram Joss gravar mais três músicas. Ela recusou. Pediram pra ela cantar uma música composta por outras pessoas. Ela recusou. Eles pediram que ela gravasse uma música para tocar nas rádios, algo pop. E ela disse a eles: “Cara, eu não ouço rádio mas eu posso tentar”. Mas não deu certo.

Ela diz que a gravadora pegou duas músicas, Could Have Been You e Free Me e mandou um Dj remixá-las. “Eles tiraram a melodia da música e substituíram por outra porcaria, era horrível, barato e de baixa qualidade. Falso soul. Isso combina para o rádio hoje em dia, mas não combina com meu coração e com meus sentimentos. Então não funcionou.”

Mas ela e a EMI chegaram num “acordo e não tive de mudar nadinha no meu álbum” ela diz cada palavra triunfantemente. “E há conseqüências por eu ter feito isso, mas não dou a mínima, pode tomar minha casa!”

Uma das conseqüências foi o atraso de quase dois anos para o lançamento do álbum? “mmmm”, ela murmura “e outras…” conseqüências? “Eu adoraria te contar toda historia mas não posso, eu assinei um novo acordo com eles e tem uma cláusula lá que diz: ‘Você não pode falar nada sobre o que combinamos.’”

Outra conseqüência é que o álbum foi lançado de repente e sem nenhuma promoção. O que é uma pena porque Colour Me Free é um ótimo álbum de soul old-school que mostra a espantosa habilidade vocal de Stone no seu auge. É uma pena que Stone tende a falar demais, o que acaba ofuscando sua música.

Dito isso, a mulher que optou por fechar seu álbum com uma musica chamada “Mr. Wankerman” (numa parte escrita sobre um ex-namorado) trouxe uma letra direta e refrescante. Sobre maconha ela declarou: “Todos que falam besteira sobre maconha e dizem que é pior do que álcool devem estar drogados.” Sobre Lily Allen (na qual Stone acabou questionando suas habilidades vocais recentemente): “Eu não quis dizer que ela não presta. Para um artista como Lily, não depende da voz para vender álbuns e sim da personalidade.” Sobre sua atuação na série de TV medieval, The Tudors (ela interpretou Anne de Cleves): “Era pra eu interpretar Jane Seymour mas não pude por causa da minha turnê. No entanto teria sido um papel difícil, que não iria gostar de fazer e a rainha depois de mim, Catherine Howard, é uma grande vadia, ela estava sempre pelada.”

Falando nisso, um dia antes de nossa entrevista Stone recebeu um e-mail da Playboy perguntando se ela gostaria de posar para a revista, dizendo que seria algo de bom gosto, sem nudez na capa mas ela teria que mostrar os seios no recheio da revista. “Muito obrigada, mas não.” essa foi sua resposta. “Eu não posso fazer isso, cara. Meus seios são pra mim e para quem eu escolher. Sou muito tímida!” Diz Stone rindo.

fonte:  entertainment.timesonline.co.uk


Vídeo: Entrevista ao portal Saraiva Conteúdo

Postado em 28 de novembro de 2009 por Jaque BAM

A cantora conta como foram as gravações do novo álbum. Saiba mais em http://www.saraivaconteudo….


Vídeo: Entrevista à MTV Brasil

Postado em 26 de novembro de 2009 por Jaque BAM

Joss fala sobre o álbum “Colour Me Free” e pirataria.

Clique aqui para ver.

Valeu Adalberto!




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Sobre
Fã site dedicado à cantora inglesa Joss Stone. Nascida em 11 de abril de 1987, Stone está em seu quarto álbum intitulado "Colour Me Free". Site Oficial.
Agenda
Tour
O2 Shepherds Bush Empire
Data: 11/03/2010
Local: Londres, Reino Unido
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Colour Me Free Introducing Joss Stone Introducing Joss Stone The Soul Sessions
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As últimas atualizações do Twitter oficial da cantora.
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